Escolhi ser escritora, por coincidência do destino, ou não, percebi que tenho o dom da prosa solta, contando histórias em qualquer ocasião, algumas em formato de brincadeira, outras para avivar as cores da memória e imaginação...
Independente do motivo, fazer os outros vislumbrarem minha realidade é o que instiga o pulsar de meu coração de escritora.
Então, se um dia, me ver a contar causos ou memórias, não é por vaidade ou orgulho... é somente o jeito que possuo de comunicar os enlaces das cordas temporais, cujo vislumbre, eu pude presenciar.

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